Como ganhar Followers no Twitter(melhor modo)

Twitter é uma rede social e servidor para microblogging que permite aos usuários que enviem e recebam atualizações pessoais de outros contatos, através do website do serviço, por SMS e por softwares específicos de gerenciamento.
Nele você pode divulgar o que for de seu interesse, como informações, suas ações, etc.Mas o que mesmo importa é quem as lê, não acha?
Então quanto mais followers, melhor =)
Existe um serviço na Web chamado twiends, que permite você ganhar novos followers no Twitter.
Como funciona:
Você terá que fazer uma conta no Website: http://twiends.com/ e permitir o aplicativo twiend ter acesso sua conta do twitter.
Nele o que importa são os créditos, pois pra cada follower que você ganhar, terá que desembolsar determinado número de créditos(isso você escolhe).
Para não acabar seus créditos, você terá que seguir outras pessoas no Twitter(Lembrando que cada pessoa fornece um determinado número de créditos para você segui-la) ou comprar créditos(você quem sabe).
Então é assim que funciona, você seguirá para ganhar créditos e será seguido, desembolsando créditos =D
Ao mesmo tempo você ganha amigos e followers de uma maneira divertida e gratuita.

Google e Orkut são os sites mais acessados por brasileiros

Após perder no final de 2009 a dianteira para a rede de relacionamentos Orkut, o Google reassumiu em janeiro a liderança e segue em março como o site mais acessado pelos internautas brasileiros. É o que mostra levantamento divulgado nesta segunda-feira (22) pela empresa de inteligência Serasa Experian Hitwise, que monitora semana a semana o acesso à internet a partir de uma base de 100 mil usuários.
A edição brasileira da ferramenta de busca representou na segunda semana de março, dos dias 7 a 13, um porcentual de 10,69% do total de canais visitados, seguida de perto pelo Orkut (10,11%) e pela versão norte-americana do site de busca, o Google (9,03%). Os três sites que lideram a pesquisa fazem parte do mesmo grupo, o Google Inc.

A liderança do Google no mercado brasileiro foi derrubada no final do ano passado, quando pela primeira vez o Orkut tomou a dianteira entre os canais mais visitados. O levantamento mostra que da terceira semana de novembro (do dia 15 ao 21) até a segunda semana de janeiro (do dia 10 ao 16), a rede de relacionamentos foi o site mais acessado no País, chegando a representar 12% do total de visitas.

Os analistas da Serasa Experian Hitwise atribuem o crescimento da rede de relacionamentos ao período de férias escolares, de dezembro a fevereiro, quando os estudantes gastaram parte de seu tempo livre no acesso ao serviço. O levantamento aponta ainda que, no período em que o Orkut alcançou o topo do ranking, os sites educativos sofreram uma queda nas visitas, retomadas gradualmente a partir de fevereiro.

Nos Estados Unidos, pela primeira vez, a rede social Facebook se manteve à frente da ferramenta de buscas Google durante uma semana, alcançando entre os dias 7 a 13 de março 7,07% do mercado, de acordo com o mesmo levantamento Serasa Experian Hitwise.

Anteriormente, a rede social já havia superado o Google nos Estados Unidos em algumas datas específicas, como, por exemplo, no Natal de 2009 e no Réveillon de 2010. Embora tenha caído para a segunda posição, a ferramenta de buscas mais popular da internet acompanha de perto o Facebook, com 7,03% do total de visitas. No Brasil, o Facebook é o 22.º site em acessos na semana terminada em 13 de março.

O levantamento da Serasa Experian Hitwise fornece informações sobre a interação de cerca de 100 mil pessoas em 60 mil websites no Brasil.

Vídeos são 60% do tráfego total do BitTorrent, diz CEO

De todos os arquivos trocados pela plataforma de distribuição BitTorrent (a mais importante plataforma de P2P), 60% são vídeos. A informação é do CEO da BitTorrent, Eric Klinker, que participou do Congresso do Web Expo Fórum 2010 nesta quinta-feira, 18, em São Paulo. Entre os vídeos trocados, 46% são de filmes e programas de TV e 14% são vídeos de conteúdo adulto. "Os vídeos mais procurados são os de alta definição", conta Klinker, lembrando que esse tipo de arquivo costuma ter mais de 1GB, e que o BitTorrent funciona melhor para arquivos maiores.
O restante do material trocado é composto por jogos e software (14%), músicas (10%), livros e gadgets (1%), imagens (1%) e outros sem classificação (14%).
Apesar da intensa troca de vídeos que acontece na Internet, "aproximadamente 99% dos vídeos assistidos nos Estados Unidos ainda são vistos na TV; mas a expectativa é que isso mude conforme os vídeos estejam disponíveis para outros devices", diz Klinker.

Pirataria
Conhecido especialmente por ser uma plataforma que facilita a troca (e a pirataria) de conteúdo, o BitTorrent tem se esforçado para melhorar a sua relação com os produtores de conteúdo. "O BitTorrent e a própria Internet são vistos como o demônio encarnado pela mídia", conta. "Mas somos uma empresa de software. Não temos relação com os sites que publicam conteúdo".
Klinker conta que a empresa tem feito uma adaptação de seu "ecossistema" para os "publishers". A ideia é que eles tenham todo o controle sobre a disponibilização do conteúdo, acesso direto aos mais de 70 milhões de usuários ativos mensais do BitTorrent, acesso aos grupos por afinidades, melhores estatísticas e uso da capacidade de banda proporcionada pela contribuição dos usuários.
O CEO da empresa revela ainda que as negociações com alguns grupos de mídia estão bastante adiantadas. "Já no mês de abril deveremos lançar as primeiras experiências com conteúdos em parceria com publishers", comemora Kinkler.

Copo meio-cheio
Ele também coloca a ferramenta como uma boa solução para quem está sedento por audiência. "Faça as pessoas gostarem do seu conteúdo, e a 'monetização' vira em seguida", diz, lembrando cases de bandas como o Radiohead, que oferecem seu conteúdo gratuitamente na Internet e depois realizam ações e lançam produtos pagos para os fãs.
"Escuto falar que este é o fim do mundo da mídia, mas a bilheteria do cinema está crescendo, por exemplo. Em 2005, a bilheteria global foi de US$ 23,1 bilhões, e em 2009 US$ 29,9 bilhões". Ele lembra que os gastos com home video, por outro lado, estão caindo, e que os consumidores estão frustrados com a lentidão das mudanças na mídia. "Você pode encarar todo o cenário como um copo meio cheio ou meio vazio", ilustrou.
Para o consumidor, a ferramenta P2P deve tornar-se ainda mais atrativa. A empresa tem planos para deixá-la mais acessível e oferecer interface baseada na Internet, com acesso seguro a partir de qualquer tipo de device e streaming de vídeo.

Público
O BitTorrent possui atualmente mais de 70 milhões de usuários mensais ativos e 100 milhões de usuários totais, e este número continua a crescer. Segundo Klinker, o número de usuários dobra a cada ano. Estima-se que o tráfego de Internet do BitTorrent representa de 25% a 50% de todo o tráfego da Internet. O único país que não tem usuários ativos é a Coreia do Norte.
Klinker ainda forneceu dados sobre o tráfego gerado. A média de download por usuário é de 100 Gbytes, mas um usuário mediano faz o download de cerca de 25 GBytes por mês. Ao todo, o BitTorrent gera 1 exabyte de troca de dados por mês no mundo. No Brasil, 0,6% da população utiliza o BitTorrent ou o uTorrent, plataforma da mesma empresa. Assim como nos outros países, a maioria dos usuários tem entre 18 e 34 anos. Os países com maior número de usuários proporcionalmente ao número de pessoas com acesso à Internet são Rússia e Reino Unido. 
Daniele Frederico e Letícia Cordeiro

Facebook ultrapassa Google no número de acessos nos Estados Unidos


Um relatório divulgado nessa segunda-feira pela empresa de pesquisa de internet Hitwise afirmou que o Facebook passou o Google e se tornou o site mais acessado dos Estados Unidos. Segundo o documento, a rede social respondeu por 7,07% de todas as visitas feitas na web, enquanto o Google manteve o índice de 7,03%. Essa foi a primeira vez, desde setembro de 2007, que o gigante das buscas na rede perdeu a liderança na lista de sites mais acessados no país.
"Uma das razões por trás do sucesso do Facebook foi o desenvolvimento de ferramentas capazes de tornar ainda mais fácil o compartilhamento de conteúdo on-line com amigos", disse Matt Tatham, da Hitwise. "O Google, claro, torna simples a tarefa de encontrar informações em sites que nunca ouvimos falar antes."
Dada a pequena diferença de acessos, é possível que as duas companhias continuem a "brigar" pela primeira posição no ranking de sites mais visitados no país, afirmou Tatham. Vale ressaltar, ainda, que o compartilhamento de informações por meio do Facebook cresceu 185%, se comparado à mesma semana do ano passado, contra 9% do Google.
Em 2007 o Google passou a liderar o ranking depois de desbancar uma outra rede social: o MySpace.

Pesquisa mostra efeito viciante do iPhone



Existe tecnodependência? Aparentemente sim, dependendo do gadget, claro. E depender dos aparelhos eletrônicos é mais do que não conseguir “sair de casa sem o seu iPod”. Números divulgados pelo site TechDaily mostram que 10% dos usuários de iPhones na universidade de Stanford se dizem totalmente dependentes do aparelho.
Foram entrevistados 200 estudantes. Destes, 70% adquiriram um iPhone no último ano.

Os pesquisadores indagaram qual o nível de vício no aparelho, numa escala de 1 a 5, sendo 5 a completa dependência e 1 nenhuma. Foram 6%, apenas, no nível um.

Além dos 10% já descritos acima (como completamente dependentes), a escala foi baixando para 34% no nível 4. Entre os que não se acham viciados, 32% disseram que têm medo de um dia virarem dependentes do aparelho.

Entre esquecer o aparelho ou a carteira em casa, 69% prefere a segunda opção.

Para a professora de antropologia Tanya Luhrmann, que coordenou a pesquisa, o estudo indica como as pessoas se identificam com o aparelho. A tendência em antropomorfizar o iPhone e tratá-lo de maneira diferente de outros eletrônicos também é mostrada nos números:

• 3% dos estudantes dizem não deixar ninguém tocar seu iPhone,
• 3% deram um nome para o seu aparelho,
• 8% admitiram já ter pensado “meu iPod está com ciúmes de meu iPhone”
• 9% disseram já ter feito carinho no celular.

Entre as vantagens apontadas na pesquisa, 70% dizem que o celular os deixou mais organizados e 54%, mais produtivos.

Americanos veem 200 vídeos na web por mês

O norte-americano assiste em média 200 vídeos na internet por mês, com aproximadamente quatro minutos de duração. A estatística é parte de uma pesquisa divulgada no começo dessa semana feita pela comScore, empresa de pesquisa em marketing.
Em janeiro foram registrados mais de 173 milhões de pessoas assistindo cerca de 32 bilhões de vídeos. O YouTube é responsável por quase 50% das visualizações, informa o site AFP. No segundo lugar em popularidade ficou o Hulu com 904 milhões de vídeos exibidos em janeiro.
De acordo com o site Search Engine Watch, o número de usuários dos serviços de vídeo online impressiona. A final do SuperBowl, campeonato de futebol americano, foi vista por volta de 106 milhões de pessoas na TV - contra 135,4 milhões que assistiram vídeos no YouTube em janeiro. Para comparação, a população total do Brasil no censo de 2000 era de 169 milhões de pessoas.